terça-feira, 14 de abril de 2026

1° de abril... é mentira!

Hoje é 1°de abril!  É mentira, já passamos da primeira semana de abril, e como desde criança aprendemos que no primeiro dia de abril comemoramos o Dia da Mentira, vem logo uma pergunta inevitável:

- Por que comemorar o Dia da Mentira? Não é feio mentir?

Quando as crianças perguntam, os pais despistam, os avós dizem que esqueceram e os amigos não respondem porque podem ser chamados de mentirosos. E sem respostas, seguem nas brincadeiras.

O Dia da Mentira é um dia tão divulgado, que aqui no nosso Brasil, só falta ser marcado como Feriado Nacional.

E ainda temos a Internet e as Inteligências Artificiais que estão prontas para nos darem uma resposta sem mentiras. Ou não?

Mas antes de conhecermos a verdade sobre o Dia da Mentira, vamos dar os PARABÉNS para uma grande turma formada por arianos e taurinos nascidos no mês de abril.

            02 - ELOÁ LYRIO

06 - MARCOS LYRIO

09 - José ( neto GODÁ GODEI)

10 - MILTINHO

11 -TAMBA

11 - RÉGIS

14 - Dr. ARI

16 - FÁBIO (Correa de Baixo)

16 - Isabel-bel-bel ( GAGUINHO )

17 - FRANGO DEL

17 - Dª Eva ( mãe ARMANDINHO)

18 - BIEL   (neto DRINKS)

20 - SÉRGIO FALCÃO

22 - ZÉ FRANGUINHO

23 - ISMAEL ( in memorian )

25 - Paulinho  (neto DRINKS)

26 - NELSINHO

28 - MAURINHO ( in memorian )

28 - Paulinho ( neto DRINKS)

29 - Pedro (filho KIBE)

29 - ÇABECA DE CAROPI

29 - Patrícia  (filha FRANGO)

E como não podia faltar, os parabéns para o Betinho PQD, aquele amigo que afirma fazer aniversário todos os meses do ano. Será mentira?

O mais interessante é que após algumas pesquisas pela Internet sobre o Dia da Mentira, conseguimos entender que nenhuma delas é totalmente comprovada por evidências documentais conclusivas, ou seja, todas podem ser mentiras. E escolhemos seguir aquela que nos pareceu ser menos mentirosa.  

Diz a lenda, que a origem do Dia da Mentira é incerta e envolve várias teorias históricas, e que a data — 1º de abril — está associada a tradições de brincadeiras, enganos inocentes e trotes desde pelo menos o século XVII na Europa, especialmente na França e na Grã-Bretanha.

E na busca por uma resposta mais próxima da verdade, fomos filtrar informações com base nas origens dos calendários, e constatamos que até 1582, quando o Papa Gregório XIII implantou o seu calendário gregoriano, a maior parte da Europa utilizava o calendário juliano, cujo ano novo começava por volta de 25 de março (não era uma data fixa) com celebrações que se estendiam até 1º de abril.

Quando o novo calendário foi instalado, o início do ano foi oficialmente movido para 1º de janeiro, e alguns relatos afirmam que pessoas que continuaram celebrando o Ano Novo em abril eram ridicularizadas — chamadas de "pólos de abril" , poisson d’avril na França, e ainda hoje usado para designar as brincadeiras do dia — e alvo de trotes.

No entanto, estudos mais recentes (daqueles universitários desocupados), sugerem que essa ligação com a reforma do calendário não tem base documental sólida (seria mais uma mentira?) pois não há registros do século XVI mencionando trotes em 1º de abril nesse contexto. Em vez disso, o Dia da Mentira pode ter raízes em festivais pagãos de primavera (outono, aqui no Brasil), como o festival romano de Hilaria (nome bem apropriado) celebrado por volta do equinócio de março, marcado por disfarces, sátiras e inversão de papéis sociais — características compartilhadas com o 1º de abril que conhecemos.

Descobrimos também que o 1º de abril é celebrado de maneiras distintas ao redor do mundo — com variações culturais, nomes locais e práticas específicas que refletem tradições históricas, linguísticas e sociais. A seguir, uma rápida comparação entre Brasil, França, Reino Unido e Índia:

Brasil — Dia da Mentira

  • Nome: Conhecido como Dia da Mentira, embora Dia dos Tolos seja  também  usado.
  • Prática típica: Trotes entre familiares e amigos — ligar dizendo algo absurdo (“seu carro foi roubado”, “você ganhou na loteria”), enviar mensagens falsas ou criar situações cômicas.
  • Característica cultural: Pouco institucionalizado; não há tradição midiática forte de notícias falsas sérias (ao contrário da França ou UK). O foco está mais no âmbito pessoal e informal.
  • Atenção: No Brasil, há certo cuidado com limites éticos — trotes que causem pânico, danos emocionais ou jurídicos (ex.: falsa demissão, fake news sobre saúde) podem ter consequências legais (art. 140, CP — calúnia/injúria; ou art. 297 — falsidade ideológica, se envolver documentos).

França — Poisson d’Avril ("Peixe de Abril")

  • Nome: Poisson d’Avril — termo usado desde o século XVII.
  • Prática típica: Colar um peixe de papel nas costas de alguém sem que perceba; também há brincadeiras com notícias falsas, anúncios enganosos e canulars (trotes elaborados).
  • Origem simbólica: Uma das teorias (não comprovada, mas popular) liga o peixe ao fim da Quaresma: em abril, ainda era comum comer peixe (por restrições religiosas), e quem fosse enganado seria comparado a um “peixe fácil de fisgar”. Outra sugere ligação com o signo de Peixes, cujo período termina em 20 de março — o “peixe” estaria “fora de época”, como o enganado.
  • Mídia: Jornais e sites franceses tradicionalmente publicam notícias fictícias — ex.: Le Parisien já inventou "descoberta de um novo continente no Atlântico" ou "prefeitura de Paris proíbe o uso de calças jeans".

Reino Unido — April Fools’ Day

  • Nome: April Fools’ Day, com distinção clara entre "fool" antes do meio-dia e após o meio-dia, quando o trote não vale (“April Fool’s Day is over at noon”).
  • Prática típica: Trotes organizados por mídia e instituições — BBC já divulgou, em 1957, um documentário falso sobre “colheita de macarrão em árvores suíças”; em 1998, a rede britânica ITV anunciou que o Loch Ness havia sido drenado e o monstro encontrado… morto e embalsamado.
  • Cultura de humor: Valoriza o absurdo inteligente, o deadpan e a ironia sutil — o sucesso do trote depende de sua credibilidade inicial e do timing impecável.
  • Limite social: Assim como no Brasil, há expectativa de que o trote termine com risos — não com constrangimento duradouro.

Índia — Sem tradição nacional consolidada, mas influências regionais e modernas

  • Nome: Não há denominação tradicional indiana para 1º de abril. Em áreas urbanas ,onde a língua inglesa é difundida, usa-se April Fools’ Day. Em algumas regiões, associa-se ao festival hindu de Holi (março/abril), mas não há ligação direta: Holi celebra o triunfo do bem, cores e renovação — não enganos.
  • Prática típica:
    • Nas cidades e meios digitais, há adoção crescente de trotes online (memes, fake screenshots, vídeos engraçados).
    • Mídias indianas (ex.: The Times of India, NDTV) às vezes publicam light-hearted hoaxes, como “governo aprova folga nacional em abril”, sempre com aviso sutil ou revelação ao final.
  • Contexto cultural: A tradição de “mentir com propósito lúdico” não é aceito na ética indiana tradicional (satya, ou verdade, é um valor fundamental no hinduísmo, jainismo e budismo), o que pode explicar a ausência de uma celebração enraizada.

Na dúvida, é preferível não esticar muito o assunto, e apenas comemorar e brincar, caso contrário poderemos ser pegos contando uma mentira.



sexta-feira, 20 de março de 2026

Março de 2026 e dias tranquilos em DUBAI

O mês de março para muitos celebra o “início do ano no Brasil”, onde tudo começa “depois do Carnaval”, e isso não deixa de ser uma verdade histórica, pois Martius, como foi concebido na antiga Roma, em homenagem à Marte, deus da guerra, era o “primeiro mês no calendário romano”, e nós iniciamos com os PARABÉNS para os piscianos, nascidos entre 01/20 de março, e arianos, entre 21/31 de março.

Nossos amigos também poderiam  ser chamados pela forma genérica de “marcianos”, mas não é um termo muito comum em nosso cotidiano, mas como somos amigos, relacionamos  a seguir os “MARCIANOS da Correa Dutra & Amigos”:

02 - ANTERO

03 - Sandra Pedersoli (prima ROSE)

07 - KIBE

08 - SÉRGIO PQNO

08 - D. DILZAMAR (DELLA e irmãos)

08 - Davi  (neto n⁰5 - KIBE)

09 - CATARINA

10 - JORGE CACHÓRROS

10 - Delzinha (tia - Godá & família)

13 - MILORGE

13 - Márcio PEDERSOLI (irmão ROSE)

19 - BREKELÊ

19 - Ana Clara  (neta n⁰ 1 - GODÁ)

27 - LÚCIO CHEIO DE PULGA

27 - MÁRCIO MELO (do Zé da Quitanda)


E como estamos vivendo momentos tensos e com algumas guerras em ação, recebemos uma colaboração de nosso amigo Jorge Widmar, ou Jorge Puck, em que relata sua passagem por DUBAI, uma vila de pescadores que em poucas décadas, graças ao petróleo descoberto na década de 1960, se transformou numa grande metrópole, combinando a tradição árabe com o luxo moderno e a inovação tecnológica, ramo que nosso amigo domina.

Dubai é o emirado mais populoso dos Emirados Árabes Unidos e um dos maiores polos de turismo, comércio e inovação do mundo, e  tenta se manter como um centro neutro e seguro na batalha travada entre o Irã e os EUA e Israel, mas isso o deixa numa posição de risco e muito vulnerável aos efeitos da guerra.

Jorge Puck, devido ao seu trabalho, esteve em DUBAI no início do mês de março, em pleno período de uma guerra iniciada em fevereiro, mas que segundo ele, não poderia deixar de ir, e nos conta um pouco do que viu e sentiu nessa pequena aventura:

“Viajei para Dubai para prestar uma consultoria pela IBM para empresa Emirates Airlines. Cheguei no dia 21/02 e ficaria por duas semanas ate dia 07/03.

No dia 28/02 por volta das 14:00 (07:00 horarios Brazil), estava na piscina do hotel, curtindo meu sabado. Entao recebo uma mensagem de um amigo dizendo que os EUA tinham atacado o Iran durante a madrugada. Meu amigo me perguntava se estava tudo bem. Sim estava.

Procurei mais noticias e confirmei o ataque. E vi que o Iran estava retaliando, e atacando bases americanas em diversos paises da regiao, incluindo o UAE. Dai comecou a pipocar mensagens de amigos e parentes distintos, perguntando a mesma coisa. E a resposta, sempre a mesma : daqui (Dubai) nao percebo nada. Tudo tranquilo. Tudo na mesma.

Nesse mesmo dia, apos todas as repercossoes iniciais, peguei o metro e fui no shopping mais famoso de Dubai, do lado do predio mais alto, o Burj Khalifa. O metro estava lotado de locais e turistas. O shopping lotado de locais e turistas. A praca do lado do shopping, em frente ao predio, lotado de locais e turistas. Apesar do noticiario de dos alertas, a vida estava absolutamente normal.

Isso foi no sabado. No domingo, repeti minha ida ao shopping. Mais ou menos a mesma coisa, um pouco menos lotado.

No noticiario, duas casualidades. Um hotel famoso a beira mar, e o aeroporto de Dubai, Ambos foram atingidos por estilhacoes de misseis e drones do Iran, que foram intercpetados . Danos pequenos, vitmas zero. E isso se repetiu pelos dias seguintes. Acho que em 10 dias menos de 10 casos como esses. Novamente, danos pequenos, vitimas zero. A defesa de UAE eh quase que 100% eficiente interceptando quase 100% dos misseis e drones. O resultado, eh que na cidade, fora os noticiarios, ninguem sabe o q realmente estava acontecendo. Vida absolutamente normal.

Na segunda dia 02/03 foi feita a recomendacao de tods trabalharem de casa. Eu trabalhei do hotel. No dia seguinte, na terca, ja nao houve mais essa recomendacao.

No inicio fecharam o espaco aereo. Varios voos forma cancelados. Empresas aereas suspenderam seus voos para Dubai. Por precaucao. Gradativamente o espaco aereo fo liberadp, e os voos retormara. A Emirates foi uma das primeiras empresas a liberar seus voos. Outras. Continuam suspensas.

Turistas, com reacao natural, queriam confirmar seus voos de volta. Novos turista evitavam de ir para Dubai. Com isso gradativamente os numero de turistas em Dubai ia diminuindo. Isso dava para perceber no hotel. Mas na rua, no dia a dia, tudo continuava na mesma.

Com o cancelamento de voo, se formou um efeito cascata. Meu voo de volta no dia 07/03 foi cancelado apesar do processo de liberacao dos voos ja ter comecado. Mas rapidamente consegui remarcar minha volta para 3 dias depois. Curti um fim de semana extra e mais um dia de trabalho. Na terca, dia 10/03, voltei para o Brazil. No aeroporto de Dubai, muita gente como sempre. Servico rapido e eficiente. Fiz meu check in em minutos.

Estou no Brazil nesse momento. Apeasr da preocupacao, apesar das noticias, apesar de tudo, posso dizer sem hesitacao que tive dias bem tranquilos em Dubai.       

 Jorge Widmar, ALCS Technical Support, MBA, PMP”

 Obrigado, Jorge, e contamos com novas colaborações.


Antes de de encerrarmos esse papo tão legal, uma notícia triste para todos nós. Nesse mês das guerras, um grande amigo de nossa Confraria, Roberto Melo, perdeu sua batalha para o câncer, arma letal que já derrubou outros de nossa tropa, e que esperamos um dia poder superar esse inimigo.

Melo era um cara muito bacana, alegre, sempre presente em nossos Encontros. Nos cobrava sempre essa lembrança dos aniversariantes, pois fazia questão de cumprimentar a todos.

Com certeza fará muita falta, a nós e a seus familiares, mas temos a certeza que esse soldado cumpriu sua missão com muito amor e louvor.

Meu amigo, meu irmão, que siga na sua paz.








domingo, 15 de fevereiro de 2026

Fevereiro: o primeiro corte aprovado sem debate público

 Uma história sobre decisões urgentes, justificativas elevadas e consequências duradouras.

Fevereiro: o mês que nunca teve certeza de si mesmo

Fevereiro é o único mês que parece viver em dúvida.
Às vezes falta. Às vezes sobra.
Tem anos com 28 dias, outros com 29. E dessa instabilidade nasce uma pergunta clássica que atravessa gerações:

“Mãe, por que fevereiro muda?”

Antigamente, a mãe perguntava ao pai.
O pai mandava o filho brincar.
Hoje, mandamos procurar no Google.

Mas antes de mergulhar na história do mês mais instável do calendário, ficam os parabéns para os aniversariantes de fevereiro, um mês que continua mostrando que a turma cresce… não apenas em idade, mas em gerações:

02 – BETINHO CHAIHAHARA





03 – RITA MARIANO



06 – DELLANEY

08 – Lucca (neto do Byra)
08 – Gabriel (filho do Bibaca)
09 – Raphael (filho do Drinks)


09 – MONICA IMBROSI










09 – Bruna (filha do Manga)
10 – ESTELA (Cachórros)
17 – JULIO BOGORICIN











19 – Marina (neta do Drinks)
22 – Francisco (neto do Godá)
23 – MANGA
27 – Janaína (filha do Goda)

Aliás, chama atenção o número crescente de filhos e netos na lista.
Sinal claro de que estamos passando o bastão.
Mas ainda correndo.

Um mês que começou com a morte e terminou na vaidade

Fevereiro nasceu como Februarius, em homenagem a Fébruo, deus etrusco da morte e da purificação. Ou seja, começou com temas leves.
Desde cedo, o calendário foi uma tentativa humana de organizar o tempo com base em astros… e personalidades. Cada líder romano fazia seus ajustes conforme a Lua, o Sol, as colheitas, as estações ou simplesmente o próprio humor.
O primeiro calendário romano tinha apenas 10 meses e 304 dias. O inverno aparentemente ficava fora do sistema.
Até que Numa Pompílio resolveu reorganizar a bagunça. Mais tarde, Júlio César consolidou a reforma com o calendário juliano. O ano passou a ter 355 dias e fevereiro ganhou 29.
A cada quatro anos, um dia extra.
Nascia o ano bissexto.
O nome vem de bis sextus, porque o sexto dia antes de março era contado duas vezes. 
Uma solução elegante que sobrevive até hoje.

Quando o ego virou critério técnico

No ano 8 a.C., César Augusto percebeu que o calendário tinha falhas.
E percebeu também que Júlio César tinha um mês com seu nome. E ele não.
A reforma foi inevitável.
Fevereiro perdeu um dia e passou a ter 28 (29 nos anos bissextos). O mês Sextilis ganhou esse dia extra, passando a ter 31, e foi rebatizado como Augustus.
Assim nasceram julho e agosto, lado a lado, com a mesma duração… e a mesma importância simbólica.

A vez em que 10 dias desapareceram

Séculos depois, em 1582, o Papa Gregório XIII promoveu novo ajuste, criando o calendário gregoriano.
A correção incluiu uma medida ousada: eliminar dez dias do calendário.
Após quinta-feira, 4 de outubro de 1582, veio sexta-feira, 15.
Dez dias simplesmente deixaram de existir.
Hoje, isso provocaria caos absoluto.
Na época, funcionou.

O tempo é universal. O calendário, nem tanto.

Mesmo após seis séculos, nem todos começam o ano em 1º de janeiro:

• A Igreja Ortodoxa celebra o Natal em janeiro
• O calendário judaico segue outro ciclo (atualmente no ano 5786)
• O calendário persa inicia o ano em março
• O Ano Novo Chinês varia entre janeiro e fevereiro


Para registro.

Estamos em fevereiro de 2026.
Seguimos o calendário gregoriano, vigente desde 1582.
O ano tem 365 dias.
Há ano bissexto a cada quatro anos… com exceções nos séculos que não são múltiplos de 400.

Sim, tem gente neste momento verificando se 2026 é múltiplo de 400.
Mas isso pode ficar para o próximo fevereiro...
... ou para qualquer outro mês que resolva, de repente, mudar de tamanho.

domingo, 25 de janeiro de 2026

BEM-VINDO 2026

 Parabéns aos aniversariantes de janeiro!

Vocês já começam o ano dando trabalho para o fígado e para o coração. Que venham muitos bolos, abraços e, claro, aquelas historinhas que sempre rendem novas emoções e algumas gargalhadas.

02- CHINA  ( saudades )

14- JORGE VAN

18- GAGUINHO

19- CLAUDINHA Neves

19- ROBSON PIRATA

28- RUBINHO

31- MARCIO CRI CRI


E para representar o primeiro mês de 2026, nossos PARABÉNS vão para um grande amigo, irmão camarada, um cara que estará sempre presente em nossos corações, e que está sendo muito bem cuidado no momento. PARABÉNS WELLINGTON GAGAGAGUINHO.


O melhor da festa ficou por conta da bebemoração de seus 73 anos, um eventual passeio por Icaraí, de onde podemos apreciar nosso querido Brejo, e uma vista ao amigo cuja amizade é mais do que especial para nós, José Dellaney, que apesar de um 2025 muito difícil, nos recebeu com a alegria e os drinks de sempre, 









Bem-vindo, 2026!

Mais um ano começa e lá vamos nós, esse grupo que já coleciona mais de meio século de amizade e convivência. É tanto tempo que já poderíamos pedir aposentadoria como “Turma Oficial de Encontros, Casos e Causos”! 

As fotos da Virada 25/26, que alguns amigos nos enviaram, mostram que a animação continua firme,  Teve gente que deve ter pulado as sete ondas, outros que pularam só uma (porque a segunda já cansava), e ainda aquele que jurou que ia beber só “uma taça” — mas a taça parecia um balde.

Iniciamos os destaques com o "Ex-gordo Qualirinha", como nosso amigo, ainda um pouco fofinho, é carinhosamente chamado pelo Vice-Presidente GoFran. 

Qualirinha sempre bem acompanhado por sua querida Monica e família. 

Que 26 seja bem líquido e que não lhe traga mais alguns sólidos na cintura.

Em seguida, dá bela Araruama, Lúcio Cheio de Pulga nos envia os votos de um grande 2026, e nós, claro, retribuímos, mas não deixamos de cobrar sua presença. Lúcio anda muito sumido de TTK e prometeu aparecer...







Recebemos também as lembranças de nosso querido tricolor Rubinho e sua família. E esperamos que nosso Fluminense possa ser bem melhor em 2026. Sds tricolores.





Por outro lado, um cara sempre presente em nossas festas e lembranças, manda seu recado. Como torcedor de alto nível, não poderia faltar neste Álbum da Virada. 

Vlw Zé Guilherme, e claro, sds tricolores para 2026 e para sempre.







E depois dos tricolores, um craque  botafoguense, que deixou o Rio de Janeiro para se fixar no interior do Paraná, na simpática Bela Vista do Paraíso, o que não o impede de nos visitar constantemente. Betinho Chahahahahaira (adoro escrever esse nome) o aguardamos em 2026.





A festa também foi animada para o agitado Bibaca, nosso karateca que promete chegar aos 100 anos com saúde e vitalidade

Se vai chegar ou não, nós não sabemos, mas que ele se esforça para isso, nós temos certeza que sim. 

Biba, que continue com sua disposição em 2026, e só espero poder cumprimentá-lo quando chegar ao seu centenário.                                                             


















Bibaca nos enviou também uma mensagem para 2026, escrita por uma amiga na sabedoria de seus 83 anos:

 



Lá de Campos, Cecé, cada vez mais deslumbrante, e sempre presente com seu Jorge, eterno Cão de Guarda.  

O simpático casal nos manda seus votos de paz, amor e sucesso para o próximo ano. 

E com licença do atento vigia, que 2026 a faça mais deslumbrante ainda.






Zé Franguinho, outro botafoguense de carteirinha, não poderia ficar de fora do álbum. Que 2026 venha com essa explosão de alegria.



Também com a gente, a vovó Moniquinha, com seu neto no colo e o otimismo nos sorrisos. Grande 20026 para vocês.












Claro que existem figurinhas que não poderiam faltar em nossa coleção, e Betinho PQD é uma delas. 

PQD teve uma experiência muito difícil em 2025, mas sua luta e perseverança nos dá a certeza de que 2026 será um ano, que apesar de muita luta, virá com novas vitórias e conquistas.








E tem mais.


As lembranças de Haroldo Amarelinho, outro também muito atarefado, anda meio sumido de nossos Encontros, mas continua participativo e com aquela promessa de que "este ano eu vou!".   Que venha pelos bons ares de 2026.



E por falar em sumido, temos o sumidão Júlio Bogoricin. O irmão do Pintinho, outro sumidão, nos afirma que "mora longe e trabalha muito", e por isso ainda não conseguiu se fazer presente em nossos Encontros, mas por outro lado, garante que estará sempre em nossas fileiras. Quem sabe em 2026 ele conseguirá aparecer...














Simone e José Carlos, o Brekelê, de amigos se tornaram amantes e curtem essa bela história de amor que prometem durar para todo o sempre. Que 2026 os tornem ainda mais felizes e mais amantes.








Agora é a hora e a vez da Diretoria.

O Vice-Presidente Marco Neves Frango Del, na praia, do jeito que gosta, solta sua voz de Juca Melão para desejar um GRANDE 2026 para todos nós.












 E Zé Drinks, em nome da Presidência da Confraria da Correa Dutra & Amigos, e de "Drinks & Kibe," faz coro aos votos de que 2026 seja MUITO MELHOR DO QUE O ANO QUE PASSOU, e que possamos ter um Brasil bem melhor, com a LIBERDADE, a IGUALDADE e a FRATERNIDADE que sempre almejamos.



Tim tim para vocês, Fevereiro nos espera...


quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Feliz 2026, no rumo certo.

Para fecharmos 2025 em alto estilo, lembremos mais uma vez dos aniversariantes de dezembro, em especial para os amigos — Guilherme, Marquinho, Puck e Melo ! Que cada um de vocês tenham recebido não só abraços apertados, mas também os votos com gargalhadas, boas histórias e aquela energia que só a nossa turma sabe espalhar. 

Vocês são parte do nosso combustível da alegria que mantém esse grupo navegando firme, mesmo quando o mar resolve balançar. 

E falando em navio… 2025 andou meio, ou melhor, muito torto, escorregando para o lado esquerdo da embarcação. Mas nós sabemos: o melhor é ajustar o leme, virar para a direita e seguir em frente, com esperança e confiança de que 2026 será um ano de águas mais claras, ventos favoráveis e muitas festas no convés! 🌊






Que venha o Ano Novo de 2016 cheio de $aúde,  amizade, risadas e dias melhores. Porque juntos, a Turma da Correa Dutra e Amigos sempre encontra o rumo certo — e se não encontra, "nós inventa"!

Feliz 2026 para todos nós!