É um texto sensível, que nos mostra como o luto retorna em diferentes momentos da vida: em uma música, em uma data especial, em uma conquista que gostaríamos de dividir, em uma fotografia antiga encontrada por acaso, em um cheiro, em um sabor, em uma lembrança inesperada — e até mesmo em um encontro entre amigos.
Mas antes de seguirmos refletindo, vamos celebrar os aniversariantes de junho, mês que inaugura o Equinócio do Inverno:
- 06 – Beto Nariba
- 06 – Moss Martins
Moraes
- 06 – Matteo (neto
Puck)
- 13 – Milorginho
(Milorge)
- 14 – Armando
Quáquá (in memoriam)
- 14 – Nico (neto
Puck)
- 14 – Letícia
(Chahaiara)
- 16 – Celso Russo Sorru
- 21 – Qualirinha
- 22 – Tchona
- 24 – Dudu Columa
- 26 – Eduardo Derzemar)

- 27 – Isa.. Bel
- 29 – Tereza
Frango Cristina
Taila nos recorda que, com o tempo, não aprendemos a
esquecer, mas a acolher essas visitas do luto com menos medo e mais
compreensão. O luto não é um problema a ser resolvido: é a expressão de um amor
que permanece, mesmo quando alguém já não está fisicamente entre nós.
Às vezes, quando acreditamos estar em paz, ele retorna e bate à porta. Não é recaída, nem retrocesso. É um movimento natural. Cada visita é uma oportunidade de olhar para a dor com novos recursos, mais cuidado e maior compaixão por nós mesmos.
No olhar da psicóloga, se o luto nos visita hoje, isso
não significa que estamos piorando. Significa apenas que seguimos amando alguém
que continua sendo
parte essencial da nossa história.






