sábado, 10 de janeiro de 2009

Noite de Samba com Juca Melão

Fomos, vimos e gostamos

Aí galera,

Eu, Zé Drinks – nosso presidente; Kibe – Secretário Geral da Embaixada de Brasília – e sua respectiva primeira dama; estivemos quarta-feira p.p. (7/01) no Bar Plural, no Grajaú, prestigiando o nosso querido Juca Melão e seu grupo de pagode. Nos juntamos à Teresa, esposa do Melão; e posteriormente, uma outra amiga dela se juntou a nós, fechando o grupo. Foi muito legal: som bom (embora um pouco alto), repertório muito bom, cerveja gelada, cachaças da boa e petiscos honestos (qualidade e quantidade). Também cabe o registro do atendimento, pessoal atencioso e simpático.

Desnecessário o registro da emoção em rever o Kibe após 30 anos (no mínimo....) e constatar que “não é a distância que afasta os verdadeiros amigos”. A conversa fluiu como se tivesse sido interrompido por um ‘tempinho’ e retomada com a naturalidade dos que mantêm uma intimidade sedimentada pela convivência na melhor fase de formação de nossas personalidades. ...


Obrigado pela noite: Melão e esposa, mano Zé, Kibe e cunhada... foi muito legal. Mais um registro de nossas existências.


Beijos


Byra

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Tinha tempo que eu não ia ao Grajaú. Lá fui eu com Elisângela, em seu débu no subúrbio carioca. Fomos conferir (como diz a Leda Nagle) a perfomance de Juca Melão e seu grupo de samba.


O táxi nos deixou na porta e ao entrarmos já fomos recebidos de pronto pelo nosso Presidente, que nem de longe me passou a idéia de que isso pudesse ser apenas uma coincidência.


O som do samba ecoava no ambiente trazendo um repertório bem distinto como o Byra frisou. Cartola, Paulinho da Viola, Nélson cavaquinho, Candeia, Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Chico Buarque, Jorge Aragão, Neguninho da Beija Flor, João Nogueira - entre outros tantos; e das músicas imortalizadas por algumas divas da MPB, tais como Elis Regina, Clara Nunes, Beth Carvalho e outra mais recente, mas de igual quilate – Marisa Monte.


Bom rever estes amigos em um ambiente tão carioca, depois de tanto tempo. Sentimos a falta de alguns que não puderam ir, mas compreendemos, pois afinal, ir a uma apresentação de um grupo de samba em plena quarta-feira, não é qualquer trabalhador que pode ir, a não ser que esteja de férias ou que seja em missão, como foi o caso de nosso Presidente e seu dileto irmão e confrade Byra.


BJão


Claudio Kibe

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Meus Confrades

Não poderia deixar de dar o depoimento presidencial de uma noite tão especial. O Byra e o Kibe já se manifestaram, e de forma brilhante nos deram uma amostra do que foi nosso reencontro e ainda mais ao som de um grupo que a gente sente que faz o que gosta.

Logo que cheguei ao Bar Plural, senti que o lugar não me era estranho e na conversa com o Frango, digo, Juca Melão, identificamos que ali funcionou o antigo Suvaco de Cobra do Grajaú, um local, que cheguei a frequentar algumas vezes, uns 30 anos atrás. Era uma espécie de filial do famoso Suvaco de Cobra da Penha.

Me senti em casa e passamos aos drinks e às apresentações do grupo. Cebola foi nosso anfitrião, e não poderia deixar de cobrar, de imediato, a origem do Juca Melão, já que para todos nós esta era uma grande incógnita.

E aí veio a explicação. Nosso novo amigo, Cebola, em homenagem ao Cebolinha do Maurício de Souza, nos confidencia que no Grajaú, ninguém conhece o Marco Neves, e muito menos o Frango, mas a galera do samba e da noite conhece de muito o Juca, hoje Juca Melão, gente muito fina, sabe tudo de percussão e frequentador assíduo das rodas tradicionais da Vila de Noel.

– Mas por que Juca Melão? Perguntei.

– Fácil, nos disse Cebola, é que quando ele chegou por aqui foi logo dizendo que era goleiro, e passou a participar de nossas peladas. O resultado foi terrível, um frango atrás do outro e como na época existia um goleiro meio frangueiro, conhecido como Juca Baleiro, o Marco foi logo identificado como o novo Juca.

– E o Melão, perguntei? Melão foi para combinar no conjunto. Eu sou o Cebola do Andaraí, ele é o Melão e ainda tem o Batatinha do Cavaco, além do Paulinho da Cuíca, Julio Farias e Saulo Dansa, que junto com o compositor Zé Guima, formamos o Samba na Cabeça que vocês vão apreciar.

Pronto, resolvido o mistério passamos para o que mais nos interessava naqueleo momento: uma cerveja gelada, Salinas bem servida e o som do grupo Samba na Cabeça. E para tiragosto, não poderia faltar: "frango à passarinho", ou seria "juca à passarinho"?

O importante é que foi tudo de bom. Saímos de lá além da meianoite (nova ortografia) e creio que se não fossem as obrigações do dia seguinte, ainda iríamos curtir um pouco mais.

Parabéns ao Samba na Cabeça. Parabéns ao Frango, digo, Juca Melão, e pode contar com nossa torcida para que vocês possam seguir nessa caminhada de muito samba e muita alegria para todos nós.


Bjundas presidenciais


J Drinks.

Um comentário:

Marco Frango Juca Meáo disse...

Agradeço a todos que puderam comparecer, consegui desfrutar desse previlégio que poucos tiveram esse prazer, foi de ter a presença dessa rapaziada maravilhosa.

Agradeço de coraçäo.

Obrigado.

Juca Meläo

Gofran
Vice Presidente
Cofraria CD.